terça-feira, 22 de outubro de 2013

(Diálogo real)



Ela: “[...] Então, liguei pra saber se vistes a lua hoje...”
Ele: “Hum, não. Não atentei-me a isso, mas verei e ao olha-la lembrarei de você.”
Ela: “Pare com isso! Você sempre vem com essa historia que lembra de mim.”
Ele: “O que posso fazer se lembro de ti a todo instante?”

De baixo dessa lua te chamaria pra dançar,
Uma salsa, um tango ou um simples “um pra lá dois pra cá”.
E banhando-nos no brilho do luar contemplado ao somar das estrelas, 
até elas ao verem a nossa dança invejariam sua notável beleza.

Mesmo que em tons distintos, ao mesmo ritmo estaríamos, pois é assim que bate nossos corações. 
Mesmo que seus pés sambassem um carnaval e meus passos fossem tímidos como num tapear de valsa, ainda assim nossos olhares seriam cruzados na melodia mestiça, nossas bocas unidas no mesmo balançar e nossos braços entrelaçados no mesmo dançar. (Não a dos pés mas o da alma!)

Nosso teto o luar;
Nossa música o vento a soar;
Nosso banho no mar;
Nosso amor a navegar;
Meu coração seu lar;
Teu coração meu par.


(Iuri Improta)

1 comentários:

Anônimo disse...

Vc escreve muito bem menino! Seus textos são simples mas conseguem impressionar e tocar profundamente quem lê^^ Virei sempre aki rs Sucesso! bjss
http://apenasumdiariovirtual.blogspot.com

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